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Sobre o blog

Alimentar-se representa muito mais que apenas ingerir carboidratos, lipídios, proteinas, vitaminas e minerais. Significa relação social, afinal as pessoas comemoram, prazer, indulgencia etc. Neste Blog temos por objetivo discutir todas as faces dos nutrientes e como podemos estabelecer uma ingestão alimentar saudável sem abrir mão do prazer. Com isso pretendemos propor a você pequenas mudanças que farão diferenças importantes na sua vida, venha conosco.

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16/06/2011

A bactéria letal dos vegetais, o Brasil deve se preocupar?

O Instituto de Genômica de Pequim, o maior centro do mundo de seqüenciamento de DNA, encontrou a estirpe da bactéria E. Coli que tornou resistente aos principais classes de antibióticos, incluindo sulfonamidas, penicilina e estreptomicina. A E. coli que está se espalhando pela Europa é uma nova cepa de bactérias que é altamente infecciosa e tóxica. Isso ajudou a explicar por que os médicos na Europa tiveram dificuldades na luta contra bactéria, que já matou 18 pessoas e infectou cerca de 2.000. A E. coli ataca os rins e pode causar convulsões, derrames e coma.

A origem do surto é desconhecida, mas os cientistas dizem que é altamente provável ter-se originado em vegetais contaminados na Alemanha. O conselho não vai hesitar de banir todos os legumes de todos os países europeus, se necessário

Segundo o Ministério da Agricultura, que fiscaliza a importação de verduras e legumes, o Brasil não importa nenhum dos alimentos tidos no início como prováveis fontes da contaminação

Não há motivos para os brasileiros se preocuparem com o surto da bactéria E. coli que atinge a Alemanha e vários outros países da Europa, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil (Anvisa). Em comunicado divulgado nesta sexta-feira, a agência afirmou que não irá tomar nenhuma medida restritiva e que apenas continuará atenta à evolução dos casos na Europa.

A agência pediu aos brasileiros que vão para a Alemanha para evitar o consumo de vegetais crus, especialmente pepinos, alfaces e tomates, pelo menos até que a origem do surto seja confirmada.

 

 

Por Patrícia Oliveira às 09h57

13/06/2011

Vitamina D

Acabamos de voltar do congresso do colégio americano de medicina esportiva que ocorreu em Denver de 01 a 04/06.  Um dos assuntos mais discutidos novamente foi a recomendação de vitamina D. Diversos pesquisadores têm apontado a necessidade de revisar a recomendação de vitamina D que hoje varia entre 400-600UI. Da mesma forma as quantidades circulantes, cuja recomendação gira em torno de 40-70ng/mL também devem subir para 100ng/dL pelo menos para atletas. Hoje já há um consenso entre os pesquisadores de que a vitamina D deve ser dosada regularmente em pessoas com dores musculares recorrentes, dificuldade de recuperação, lesões constantes. Em atletas, principalmente aqueles que treinam indoor e nas épocas de baixa insolação, é muito comum a deficiência desta vitamina. Recomenda-se então pelo menos 1000UI para indivíduos comuns e 2000UI para atletas. A exposição ao sol é extremamente importante, e fatores de proteção solar acima de 8, NÃO permitem a síntese de vitamina D. Holick (2004) demonstrou a variação da síntese de vitamina D de acordo com a época do ano. Nas figuras abaixo, retiradas do artigo de Holick, o gráfico A representa países do hemisfério norte e o gráfico B países do sul e a produção de vitamina D de acordo com a época do ano.

 

Tanta preocupação com esta vitamina existe neste momento porque mais de 1000 genes já foram descritos com receptores para esta vitamina. Isto é, ela age como fator de transcrição para várias proteínas em diversos em tecidos, e não apenas no tecido ósseo. Para exemplificar, já foi relatada redução de 21% no risco de diabetes com suplementação de vitamina D 700UI.

Vitamin D: importance in the prevention of cancers, type 1 diabetes, heart disease, and osteoporosis.Michael F Holick Am J Clin Nutr, Mar 2004; 79: 362 - 371.

Por Luciana O. P. Lancha às 09h02

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Sobre os autores

Ana Carolina Garcia

Graduação em Nutrição - USP, especialista em Nutrição Aplicada ao Exercício Físico pela Escola de EEFE - USP e especialista em Nutrição Humana Aplicada e Terapia Nutricional pelo IMeN. Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Antonio Herbert Lancha Jr.

Graduação em Educação Física – USP Especialização em Fisiologia do Exercício – UNESP Mestrado e Doutorado em Nutrição Experimental – USP Pós- Doutorado em Medicina Interna – Washington University Professor Titular de Nutrição Aplicada à Atividade Física – USP Coordenador do Grupo de Nutrição do Vita Diretor da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Camila Freitas

Graduação em Nutrição - USP

Pós-Graduação em Gastronomia

Responsável pela área de nutrição das academias Reebok (SP)

Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Carla di Pierro

Graduação em Psicologia - PUC SP

Especialização em Psicologia do Esporte - Instituto Sedes Sapientiae

Especialização em Clínica Analítico Comportamental - Núcleo Paradigma

Aprimoramento em Terapia Comportamental Cognitiva - Amban HCFMUSP

Psicóloga da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Desire F. Coelho

Graduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo

Graduação em Esporte - USP

Mestrado em Educação Física - USP

Doutoranda pelo Instituto de Ciências Biomédicas - USP

Aprimorando em Transtorno Alimentar pelo AMBULIM HC-FMUSP

Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Luciana O. P. Lancha

Graduação em Nutrição e Esporte – USP Mestrado em Bioquímica – UNICAMP Doutorado em Ciências Biomédicas - USP Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Luiz Augusto Riani Costa

Graduação em Medicina – UNICAMP

Pós-graduação em Medicina Esportiva e Fisiologia do Exercício – USP

Doutorando em Fisiopatologia – EEFE/HCFMUSP

Diretor Clínico do setor de Cardiologia dos Laboratórios

Diagnósticos da América (DASA)

Fisiologista do Vita

Médico da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Marco D. Leme

Graduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo

Graduação em Eng. de Alimentos - Instituto Mauá de Tecnologia

Nutricionista do Grupo de DOR - IOT HCFMUSP e da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Patrícia Campos-Ferraz

Graduação em Nutrição – USP

Mestrado em Ciências dos Alimentos – USP

Doutorado em Biologia Funcional e Molecular pela UNICAMP

Nutricionista da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida


Renata C. Sardinha

Graduação em Nutrição - Centro Universitário São Camilo. Nutricionista do Bio Menu Congelados Saudáveis


Rodrigo Ferraz

Graduação em Educação Física - USP

Especialização em Treinamento Desportivo - UNIFESP/EPM

Especialista em Prevenção de Lesão e Treinamento em Pacientes Oncológicos

Preparador Físico da Nutriaid Consultoria em Qualidade de Vida